Quem somos

Guardando a essência de nosso caráter laical, nos inserimos na comunidade paroquial servindo à Igreja Particular e Universal. Vivemos a alegria da experiência dos Atos dos Apóstolos: “eles eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações” (At 2,42).

“Viviam unidos e possuiam tudo em comum; repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um” (At2,44). Essa passagem expressa nosso jeito de viver. Jovens em discernimento do estado de vida, adultos, solteiros, celibatários e casados, todos unidos vivendo no mesmo carisma de Ser no mundo a manifestação do amor Misericordioso do Pai dando sentido e alívio ao sofrimento. O Manto de Maria, o sinal de unidade que faz da humanidade uma família. Existimos para revelar ao mundo que a construção da paz e da Civilização do Amor só acontecerá se em todas as pessoas que sofrem reconhecermos o Cristo, e Nele, com Ele, por Ele, e para Ele, sempre e em tudo soubermos Amar e Servir! Expressamos o carisma Filhos de Maria sob as formas de Vida e Aliança.

“Os novos movimentos e comunidades são um dom do Espírito Santo para a Igreja. Neles, os fiéis encontram a possibilidade de se formar em Cristo, crescer e comprometer-se apostolicamente até ser verdadeiros discípulos missionários

Somos parte dos Novos Movimentos eclesiais, chamados por S. João Paulo II, na Vigília de Pentecostes de 1998, de uma nova Primavera para Igreja. O Papa Emérito Bento XVI ratificou no Documento de Aparecida nos números 311-313:   “Os novos movimentos e comunidades são um dom do Espírito Santo para a Igreja. Neles, os fiéis encontram a possibilidade de se formar em Cristo, crescer e comprometer-se apostolicamente até ser verdadeiros discípulos missionários. (…) Os movimentos e novas comunidades constituem valiosa contribuição na realização da Igreja Particular. Por sua própria natureza, expressam a dimensão carismática da Igreja: ‘Na Igreja não há contraste ou contraposição entre a dimensão institucional e a dimensão carismática, da qual os movimentos são expressão significativa, porque ambos são igualmente essenciais para a constituição divina do Povo de Deus’ (Bento XVI, Discurso, 24 de março de 2007)… Neles ‘podemos ver a multiforme presença e ação santificadora do Espirito’. É verdade que os movimentos devem manter sua especificidade, mas dentro de uma profunda unidade com a Igreja particular, não só de fé mas de ação.”